Senado aprova venda de remédios em supermercados

O Senado aprovou na última quarta-feira, 25, uma medida provisória que autoriza a venda de produtos de saúde que dispensam prescrição médica, entre aparelhos, acessórios e medicamentos, em supermercados. A decisão foi criticada por parlamentares da área da saúde, que acreditam que a presidente Dilma Rousseff vetará a medida.

A MP 549/11, editada em novembro de 2011, tem como objetivo principal a isenção de impostos cobrados sobre produtos destinados a facilitar o dia-a-dia de pessoas com deficiências, como cadeiras de rodas. Outros pontos, porém, foram incluídos no projeto de lei durante a tramitação entre as casas do Legislativo.

O Artigo 8º prevê a permissão a supermercados, armazéns, empórios e lojas de conveniência para vender medicamentos isentos de prescrição médica, como analgésicos e antigripais. Também estão inclusos na lista aparelhos e acessórios, produtos utilizados para fins diagnósticos e analíticos, odontológicos, veterinários, de higiene pessoal ou de ambiente, cosméticos e perfumes.

Oriundos da área da saúde, os senadores Humberto Costa (PT-PE), Paulo Davim (PV-RN) e Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) criticaram duramente a decisão. Diante dos comentários, o relator da proposta, Romero Jucá, assegurou que a presidente vetará a medida.

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Álcool X Antibióticos.

ANTIBIÓTICOS : Os antibióticos são substâncias que atuam diretamente sobre o microorganismo, agindo sobre sua membrana celular, suas enzimas ou seu DNA. Cada uma das ações dos antibióticos está ligada à sua estrutura química. Além disso, as características químicas de cada substância modificam a sua absorção em nosso corpo e, de uma maneira geral, isso pode ser entendido da seguinte forma: substâncias com caráter levemente ácido ou alcalino e comportamento apolar (substâncias apolares podem ser entendidas grosso modo como substâncias “gordurosas”) dissolvem-se bem em fluidos corporais. O caráter levemente ácido (ou básico) significa que estas substâncias normalmente encontram-se no que se chama de forma não ionizada, que é bem absorvida pelo nosso corpo. Dependendo das condições de acidez do meio, elas podem se converter à chamada forma ionizada, que é pouco absorvida.

ANTIBIÓTICO + ÁLCOOL : O álcool promove maior produção de ácido clorídrico no estômago e aumento dos movimentos do intestino e do estômago, podendo provocar diarréia e vômitos. Estes dois efeitos promovem uma passagem mais rápida e uma menor absorção do medicamento pelo estômago e pelo intestino. Assim, a ação do álcool não ocorreria diretamente sobre a substância antibiótica, mas sim na sua absorção. Com uma absorção menor, o medicamento estaria em menor concentração na corrente circulatória, diminuindo sua ação. Entretanto, esses mecanismos de interação, embora sejam coerentes, não são os principais responsáveis pela recomendação de não ingerir bebidas alcoólicas juntamente com antibióticos.

Outro risco de beber e tomar medicamentos é que o etanol pode promover um dano maior que o normal ao fígado quando o antibiótico já possui por si só uma atividade tóxica para este órgão, como é o caso do antifúngico cetoconazol e seus derivados, do antibiótico contra tuberculose izoniazida e do antibiótico azitromicina e seus derivados. No entanto, os efeitos tóxicos são maiores para os usuários crônicos de álcool, aqueles que bebem todos os dias; uma cervejinha (só uma hein pinguçada!) não causará maiores danos, embora possam surgir náuseas, vômitos e dores abdominais.

 Nem todos os antibióticos interagem com bebidas alcoólicas, mas não é fácil explicar para um paciente que não entende nada de química por que ele não pode tomar tal antibiótico com álcool e tal antibiótico ele pode. A tendência do paciente será sempre a de generalizar, e é claro, generalizar para o que é favorável a ele, ou seja, “ah, se tomando a minha “pinga” com X eu não sinto nada, vou tomar com Y também!” Por isso os médicos preferem generalizar também, não dando chance à imaginação da nossa população.

 

 

Preço de medicamento varia até 952%

Pesquisa do Procon-SP divulgada nesta segunda-feira aponta diferenças de até 951,7% entre os preços de medicamentos genéricos. Essa variação foi constatada no Diclofenaco Sódico (50 mg, 20 comprimidos), encontrado em um estabelecimento por R$ 9,36 e em outro por R$ 0,89.

Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço (520,8%) foi contabilizada no valor do Propranolol Ayerst (Cloridrato de Propranolol), da Sigma Pharma (40 mg, 30 comprimidos), encontrado por R$ 7,45 e por R$ 1,20.

Na comparação entre os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, o levantamento mostrou que, em média, os genéricos são 58,5% mais baratos do que os de referência.

A pesquisa foi feita entre os dias 28 e 30 de setembro em 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões da cidade de São Paulo. Do total de itens comparados, a unidade do Walmart localizada na região sul da capital foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço –34 dos 52.

O Procon-SP orienta o consumidor a evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem. Outra sugestão é sempre verificar se o número do lote, prazo de validade e data de fabricação na caixa são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos.

Fabricantes terão de reduzir substância cancerígena em refrigerantes.

Fabricantes de refrigerantes de baixas calorias ou dietéticos cítricos vão reduzir a quantidade de benzeno (substância cancerígena) das bebidas no prazo de até cinco anos, conforme acordo fechado com Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF/MG). As informações são da Proteste Associação de Consumidores.

O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado com a Ambev, a Coca-Cola e a Schincariol prevê que a quantidade máxima deverá ficar em cinco microgramas por litro.

A presença do benzeno nas bebidas foi detectada em 2009 pela Proteste ao realizar exames em 24 amostras de diferentes marcas. O Termo de Ajustamento de Conduta foi assinado agora, dois após o MPF instaurar inquérito civil público para apurar o caso.

Ao analisar 24 amostras de diferentes marcas, a Associação detectou a presença do benzeno em sete delas: Fanta laranja, Fanta Laranja light, Sukita, Sukita Zero, Sprite Zero, Dolly Guaraná e Dolly Guaraná diet. Em duas das amostras – Fanta laranja light e Sukita Zero – a concentração estava acima dos limites considerados aceitáveis para a saúde humana. Foram encontrados limites aceitáveis de benzeno no Dolly guaraná tradicional e light, na Fanta laranja tradicional, Sukita tradicional e no Sprite Zero.

De acordo com o MPF, a legislação brasileira, em especial o Código de Defesa do Consumidor, estabelece que os produtos colocados à venda no mercado não poderão trazer riscos à saúde ou à segurança dos consumidores, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a fornecer as informações necessárias e adequadas a respeito.

Já que as bebidas testadas traziam ácido benzoico, era possível que algumas também tivessem benzeno, uma substância cancerígena que resulta da combinação dos ácidos benzoico e ascórbico, mais conhecido como vitamina C.Estas duas substâncias juntas, sob certas condições de exposição à luz e ao calor, podem reagir e formar o benzeno.

Como não existe um limite fixado pela Anvisa para refrigerantes, a Proteste utilizou  o  parâmetro de água potável que é de 5 micrograma por litro. Como a OMS e as autoridades sanitárias estrangeiras e nacionais não estabeleceram um limite de benzeno para refrigerantes e sucos, considera-se que, no mínimo, deve ser adotado o mesmo limite utilizado para a água potável. As marcas reprovadas estavam acima desse limite.

O MPF também expediu recomendação para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária realizasse os estudos necessários para determinar a concentração máxima, tolerável, da substância nos refrigerantes comercializados no país.

Enquanto isso, o MPF reuniu-se com os fabricantes para tentar uma solução amigável e definitiva, que pudesse proteger os consumidores. Desde o início, três deles, que representam quase 90% do mercado, dispuseram-se a acatar as orientações do Ministério Público.

Os fabricantes informaram que a formação do benzeno decorre de um processo químico geralmente desencadeado nos refrigerantes light/diet, já que a presença do açúcar inibe a formação da substância. Disseram ainda que “a eventual identificação de traços mínimos de benzeno em determinado produto pode se dar por razões diversas e alheias aos esforços da empresa, como, por exemplo, em decorrência da quantidade de benzeno pré-existente na água”.

Protozoário da doença de Chagas pode combater colesterol

O mesmo protozoário que causa a doença de Chagas pode ser também um agente decisivo no combate a outras doenças cardíacas. Uma pesquisa do Instituto do Coração da Universidade de São Paulo (Incor-USP) aponta o Trypanosoma cruzi como o gerador natural do que pode vir a ser um novo remédio contra o acúmulo de colesterol em veias e artérias.

O protozoário é produtor de uma enzima chamada transialidase. Estudos feitos ao longo de quase dez anos pelo Incor-USP já comprovaram que, em animais, essa enzima faz com que placas de colesterol fixadas nas artérias se desmanchem, reduzindo assim o risco de enfartes.

As pesquisas sobre a enzima são coordenadas pela diretora do Laboratório de Inflamação e Infecção do Incor-USP, Maria de Lourdes Higuchi, que se dedica, desde o início de sua carreira como pesquisadora, a estudar a doença de Chagas.

Ao longo de anos de trabalho, Maria de Lourdes percebeu que os doentes de Chagas tinham uma vantagem em relação a outras pessoas e isso chamou sua atenção. “Nenhum doente tinha histórico de aterosclerose acúmulo de colesterol nas veias”, disse ela. “Resolvemos então começar a estudar os motivos disso”.

Nesses estudos, a pesquisadora descobriu que a enzima transialidase, produzida pelo Trypanosoma cruzi, “rouba” das células humanas ácido siálico. Esse ácido ajudam as bactérias a se unir ao colesterol e se prender nas paredes arteriais, formando blocos de gordura. Sem ácido siálico nas células, porém, as placas de gordura se desmancham.

Segundo Maria de Lourdes, a ação da enzima no combate ao acúmulo de colesterol já foi testada e confirmada em coelhos. A pesquisadora, agora, busca recursos para iniciar estudos sobre seus efeitos em pessoas com problemas cardíacos.

“Se tivéssemos uma condição ideal de trabalho e o apoio de uma grande empresa, poderíamos terminar as pesquisas em três ou quatro anos”, contou. “Estamos atrás do financiamento”.

O cardiologista José Antônio Ramires, diretor da Divisão de Cardiologia Clínica do Incor-USP, disse que espera que esse financiamento venha em breve pois o tratamento a partir da transialidase pode ser “uma mudança de paradigma”. “Seria um grande benefício para os pacientes”, afirmou.

De acordo com Ramires, cerca de um terço das mortes registradas no Brasil são causadas por doenças cardíacas. Dessas mortes, metade se deve à aterosclerose.

Estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam ainda que esses números tendem a aumentar no país. Segundo Ramires, com isso, o Brasil deve ser a nação com maior número de mortes por doenças cardíacas até 2030.

Importação de lixo e restos hospitalares dos EUA para o Brasil.

Olá pessoal! Para quem tem acompanhado este assunto, acredito que tenha o mesmo sentimento de revolta que eu.

A importação de lixo hospitalar dos EUA para o Brasil, que foi feita ilegalmente com notas falsas que diziam ” roupas de algodão com defeito”, e ainda por cima para uma fabrica textil. Mas agora eu me pergunto: será que foi a primeira vez q isso aconteceu?? será que nao estamos usando roupas com esse tipo de material perigosamente infectante??? É um assunto que esta dando o que falar e a cada dia aparece alguma coisa nova e mais revoltante.

Achei esta noticia hoje no UOL Noticias. Leiam.

Responsável pela importação de lixo e restos hospitalares dos EUA para o Brasil, a empresa N A Intimidade Ltda-ME, com sede em Santa Cruz do Capibaribe (a 185 km do Recife), recicla o material norte-americano, transforma-o em cortes de bolso e vende os produtos a fábricas de confecções de todo o país e até a outros países pela internet.

Segundo apurou o UOL Notícias, a “Império do Forro de Bolso” –nome fantasia da empresa– teria surgido em 2009 e é hoje a maior do polo têxtil pernambucano, localizada no agreste do Estado e responsável pela produção de 57 milhões de peças ao mês.

Além de vender diretamente em lojas nas cidades de Santa Cruz do Capibaribe e Toritama, a empresa usa sites de venda direcionados a produtos têxteis nacionais e internacionais, com linguagem em inglês e em espanhol, para anunciar seus produtos. O contato da empresa sempre é o seu diretor Altair Teixeira de Moura.

Em uma das páginas, que divulga produtos em inglês, a Império do Forro de Bolso aponta que vende “forro de bolso para calça jeans social, cortados sob sua medida”. Não há, porém, a confirmação de concretização de vendas para outros Estados ou países.

Enquanto nas lojas de Santa Cruz do Capibaribe e de Toritama o quilo do tecido é vendido por R$ 8,50, pela Internet a empresa vende, em sua página oficial, vários modelos de forros prontos a R$ 14 o quilo. O site da empresa é recente: foi criado em 31 de janeiro deste ano.

A página utiliza a ferramenta de vendas eletrônicas e aceita encomendas e pagamento com vários tipos de cartão de crédito. Aempresa cita, entre “os princípios que nos guiam”, a honestidade, transparência e atitude positiva na aplicação das políticas internas e no cumprimento das leis” como “valores” adotados. A N A Intimidade Ltda-ME, porém, é acusada de descumprir a lei brasileira, que proíbe a entrada de resíduos químicos que ponham em risco à população e o meio ambiente.

(…)

Procurada pelo UOL Notícias na semana passada, a Receita Federal disse que não pode conceder informações de faturamento de empresas por conta do sigilo fiscal previsto na lei brasileira.

Apesar da ausência de dados oficiais da empresa, o potencial de mercado pode ser percebido pela quantidade de material importado. Segundo a Receita Federal, este ano já foram importados oito contêineres de “tecido de algodão danificado” dos EUA –cada um com 23 toneladas de produtos. Os dois últimos que chegaram este mês foram vistoriados e estavam repletos de lixo hospitalar.

Além dos oito contêineres, a Anvisa (Agência Nacional Vigilância Sanitária) informou que outros 14 contêineres estão para chegar esta semana, vindos também dos EUA. Somadas as cargas, a empresa teria importado 506 toneladas de lixo e restos hospitalares para vender como tecido para forro de bolso. Se vende-se cada quilo por R$ 8,50, como oferece em seis galpões, por exemplo, a empresa poderia faturar R$ 4,3 milhões.

Segundo as primeiras análises, a importação dos de “tecidos de algodão com defeito” teria começado ainda em 2009, quando o proprietário da “N A Intimidade Ltda-ME”, Altamir, deixou a sociedade de outra empresa, a Forrozão Retalhos, para fundar a nova empresa.

Os funcionários da empresa confirmaram a fiscais sanitários que a importação dos restos hospitalares ocorre há vários meses. O presidente da Apevisa (Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária), Jaime Brito de Azevedo, afirmou que os empregados relataram que encontravam vários tipos de material hospitalar misturados a lençóis, que eram recortados para se transformarem em forros de bolsos.

“Um dos funcionários me disse que questionou sobre a procedência do material e o proprietário afirmou que não era uma sujeira perigosa. Mas apenas ele usava luvas e máscaras para se proteger e os demais não tinham o mínimo de cuidado no manuseio”, relatou Azevedo.

A reportagem tentou contato com o dono da Império do Forro de Bolso, mas ele não atendeu as ligações feitas para seu celular.

 

Estudo questiona necessidade do uso das vitaminas

Esse post vai pra minha mãe que é chegada num polivitaminico mas nao faz ideia dos riscos que eles provocam!!!!

A grande maioria das pessoas não tem necessidade de tomar suplementos vitamínicos e a ingestão destes compostos pode representar um risco maior de morte em mulheres idosas, segundo um estudo publicado esta segunda-feira na ‘Archives of Internal Medicine’, periódico da Associação Médica Americana.

Segundo a pesquisa, entre os suplementos estudados, o ferro se destacou como o que gera maior preocupação, enquanto o cálcio parece vinculado a um risco reduzido de óbito.

Uma vez que cerca da metade dos americanos ingere algum tipo de vitamina, o estudo visa a examinar se a indústria dos suplementos, de US$ 20 bilhões, tem algum efeito em prolongar a expectativa de vida em uma população com boa nutrição.

Os cientistas confirmaram a teoria de que os suplementos não estão ajudando as pessoas a prolongar a vida. Mas os motivos para um risco ampliado da mortalidade não ficaram claros.

“Com base nas evidências existentes, nós vemos pouca justificativa para o uso generalizado e indiscriminado de suplementos dietéticos”, destacaram os autores do estudo, pesquisadores da Universidade de Minnesota e da Universidade do Leste da Finlândia.

“Nós descobrimos que algumas vitaminas e suplementos minerais comumente utilizados, inclusive multivitamínicos, vitaminas B6 e ácido fólico, bem como minerais como ferro, magnésio, zinco e cobre, estão associados a um risco maior da mortalidade total”, acrescentaram.

A equipe de pesquisadores americana-finlandesa examinou dados do Estudo de Saúde das Mulheres de Iowa, inclusive questionários preenchidos por 38.772 mulheres com idade média de 62 anos.

As mulheres informaram sobre o uso que fizeram de suplementos em 1986, 1997 e 2004, e os dados demonstraram que seu uso aumentou em 66% nas pessoas que responderam ao questionário no início para 85% em 2004.

Aquelas que ingeriam suplementos demonstraram ter um estilo de vida mais saudável, sendo mais propensas do que as outras que não tomavam suplementos a não fumar, se alimentar com base em uma dieta de baixa gordura e se exercitar.

Mas em muitos casos, demonstraram ter um risco maior de morrer do que as demais que não tomavam suplementos.

“A preocupação principal recaiu sobre o ferro suplementar, indicando uma dosagem associada com o aumento do risco de mortalidade total”, destacou o estudo.

Por outro lado, “o cálcio suplementar foi inversamente proporcional à taxa de mortalidade total”, o que significa que as pessoas que ingeriam cálcio demonstraram ter um risco reduzido de morte, embora a mesma relação de dosagem não tenha ficado clara.

Os autores afirmaram que não podem descartar a possibilidade de que a razão para a taxa de mortalidade mais elevada em usuárias de ferro possa estar vinculada com as condições subjacentes que as levaram a tomar os suplementos e que é necessário fazer mais pesquisas.

Enquanto isso, os médicos pediram que os pacientes considerem os riscos da ingestão de suplementos a menos que seja necessário para prevenir deficiências.

“Achamos que o paradigma ‘quanto mais, melhor’ está errado”, afirmaram os médicos Goran Bjelakovic, da Universidade de Nis, na Sérvia, e Christian Gluud, do Hospital Universitário de Copenhague, na Dinamarca, em um comentário que acompanhou o artigo.

Estas descobertas “se somam à evidência crescente que demonstra que certos suplementos antioxidantes, como a vitamina E, a vitamina A e o betacaroteno podem ser prejudiciais”, afirmaram.

“Não podemos recomendar o uso de vitaminas e suplementos minerais como medida preventiva, pelo menos não para uma população bem nutrida”, concluíram.

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