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Regras para vendas de antibióticos estão confundindo farmacêuticos.

 

As regras para a venda de antibióticos, em vigor há duas semanas, ainda confundem o setor farmacêutico.

Ocorreu, um simpósio organizado pelo Conselho Regional de Farmácia de São Paulo que discutiu problemas de aplicação da norma no dia a dia dos estabelecimentos.

Participaram representantes das farmácias de manipulação, dos distribuidores de remédios, do comércio e dos médicos.
Um dos pontos em discussão é a exigência de retenção de receita para remédios de uso tópico, como pomadas e cremes antimicrobianos.
A norma diz que remédios com uma das 93 substâncias listadas na regulamentação precisam da retenção. Muitas dessas substâncias são usadas em pomadas que até agora prescindiam de receita.
O texto também não faz distinção entre uso tópico ou interno nem entre diferentes concentrações dos antimicrobianos nas drogas.
Mas , a coordenadora de produtos controlados da Anvisa,  afirmou que os remédios que eram vendidos sem receita antes da resolução vão continuar assim.
Mesmo assim, o conselho de farmácia e a Anfarmag (Associação Nacional das Farmácias Magistrais, de manipulação) estão pedindo a exclusão da lista das substâncias usadas em pomadas. Eles afirmam que necessitam de uma justificativa técnica, porque, na pele a substância não vai causar resistência.

 

Para as farmácias de manipulação, a complicação é maior ainda.

Em teoria, tudo o que é vendido nesse estabelecimento precisa de receita.
Mas como ficam pomadas para acne, cujo tratamento dura meses?

O diretor do Sincofarma lembra que muitas prescrições são feitas por telefone e que há cidades onde o acesso à consulta médica é difícil.
Ele questiona também o fato de os hospitais e as farmácias hospitalares estarem isentas da necessidade de comunicar a distribuição de antibióticos à Anvisa, porque é nesses ambientes que surgem as superbactérias.
A justificativa para as restrições de venda é evitar o desenvolvimento de bactérias resistentes a antibióticos.

 

E agora Anvisa?

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Categorias:Não categorizado
  1. juvenil alves
    17/12/2010 às 14:23

    sou farmaceutico e pratico de farmacia,há 30 anos,nunca ouvir falar que atendimento de farmacia e drogaria ja fez alguma vitima,com algum tipo de antibiotico ou outros farmacos,apartir do momento que inventarão tais especializações,tanto na area medica e farmacia enfermagem e outros campos,ai nasceu os grandes problemas,teoria não e pratica,então eu concordo em treinar bem as pessoas que dão assistencia e atenção a população,desde a consulta a orientação de tipos de exames etc,mas vim exigir que guarde papel,ja mais irar acabar com a falta de responsabilidades de cada um,principalmente governos prefeitos,que indica ao cargo de responsabilidades sem saber o que significa aquilo que a pessoa vai fazer,acho que precisa avaliar bem as pessoas antes de colocar na função,forma de recrutamento oral demonstração na pratica, e valiar caligrafia etc,pois nem sempre o cara que passa na prova ta apto a exercer a função a qual prestou a prova,pode ter colado com prova passada por alguém de dentro do concurso,a maior prova de tudo isso e avaliação do enem,no mais agradeço atenção de cada leitor ass: Dr: Juvenil Alves

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