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Archive for the ‘MEDICAMENTOS’ Category

Álcool X Antibióticos.

ANTIBIÓTICOS : Os antibióticos são substâncias que atuam diretamente sobre o microorganismo, agindo sobre sua membrana celular, suas enzimas ou seu DNA. Cada uma das ações dos antibióticos está ligada à sua estrutura química. Além disso, as características químicas de cada substância modificam a sua absorção em nosso corpo e, de uma maneira geral, isso pode ser entendido da seguinte forma: substâncias com caráter levemente ácido ou alcalino e comportamento apolar (substâncias apolares podem ser entendidas grosso modo como substâncias “gordurosas”) dissolvem-se bem em fluidos corporais. O caráter levemente ácido (ou básico) significa que estas substâncias normalmente encontram-se no que se chama de forma não ionizada, que é bem absorvida pelo nosso corpo. Dependendo das condições de acidez do meio, elas podem se converter à chamada forma ionizada, que é pouco absorvida.

ANTIBIÓTICO + ÁLCOOL : O álcool promove maior produção de ácido clorídrico no estômago e aumento dos movimentos do intestino e do estômago, podendo provocar diarréia e vômitos. Estes dois efeitos promovem uma passagem mais rápida e uma menor absorção do medicamento pelo estômago e pelo intestino. Assim, a ação do álcool não ocorreria diretamente sobre a substância antibiótica, mas sim na sua absorção. Com uma absorção menor, o medicamento estaria em menor concentração na corrente circulatória, diminuindo sua ação. Entretanto, esses mecanismos de interação, embora sejam coerentes, não são os principais responsáveis pela recomendação de não ingerir bebidas alcoólicas juntamente com antibióticos.

Outro risco de beber e tomar medicamentos é que o etanol pode promover um dano maior que o normal ao fígado quando o antibiótico já possui por si só uma atividade tóxica para este órgão, como é o caso do antifúngico cetoconazol e seus derivados, do antibiótico contra tuberculose izoniazida e do antibiótico azitromicina e seus derivados. No entanto, os efeitos tóxicos são maiores para os usuários crônicos de álcool, aqueles que bebem todos os dias; uma cervejinha (só uma hein pinguçada!) não causará maiores danos, embora possam surgir náuseas, vômitos e dores abdominais.

 Nem todos os antibióticos interagem com bebidas alcoólicas, mas não é fácil explicar para um paciente que não entende nada de química por que ele não pode tomar tal antibiótico com álcool e tal antibiótico ele pode. A tendência do paciente será sempre a de generalizar, e é claro, generalizar para o que é favorável a ele, ou seja, “ah, se tomando a minha “pinga” com X eu não sinto nada, vou tomar com Y também!” Por isso os médicos preferem generalizar também, não dando chance à imaginação da nossa população.

 

 

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Preço de medicamento varia até 952%

Pesquisa do Procon-SP divulgada nesta segunda-feira aponta diferenças de até 951,7% entre os preços de medicamentos genéricos. Essa variação foi constatada no Diclofenaco Sódico (50 mg, 20 comprimidos), encontrado em um estabelecimento por R$ 9,36 e em outro por R$ 0,89.

Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço (520,8%) foi contabilizada no valor do Propranolol Ayerst (Cloridrato de Propranolol), da Sigma Pharma (40 mg, 30 comprimidos), encontrado por R$ 7,45 e por R$ 1,20.

Na comparação entre os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, o levantamento mostrou que, em média, os genéricos são 58,5% mais baratos do que os de referência.

A pesquisa foi feita entre os dias 28 e 30 de setembro em 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões da cidade de São Paulo. Do total de itens comparados, a unidade do Walmart localizada na região sul da capital foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço –34 dos 52.

O Procon-SP orienta o consumidor a evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem. Outra sugestão é sempre verificar se o número do lote, prazo de validade e data de fabricação na caixa são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos.

Estudo questiona necessidade do uso das vitaminas

Esse post vai pra minha mãe que é chegada num polivitaminico mas nao faz ideia dos riscos que eles provocam!!!!

A grande maioria das pessoas não tem necessidade de tomar suplementos vitamínicos e a ingestão destes compostos pode representar um risco maior de morte em mulheres idosas, segundo um estudo publicado esta segunda-feira na ‘Archives of Internal Medicine’, periódico da Associação Médica Americana.

Segundo a pesquisa, entre os suplementos estudados, o ferro se destacou como o que gera maior preocupação, enquanto o cálcio parece vinculado a um risco reduzido de óbito.

Uma vez que cerca da metade dos americanos ingere algum tipo de vitamina, o estudo visa a examinar se a indústria dos suplementos, de US$ 20 bilhões, tem algum efeito em prolongar a expectativa de vida em uma população com boa nutrição.

Os cientistas confirmaram a teoria de que os suplementos não estão ajudando as pessoas a prolongar a vida. Mas os motivos para um risco ampliado da mortalidade não ficaram claros.

“Com base nas evidências existentes, nós vemos pouca justificativa para o uso generalizado e indiscriminado de suplementos dietéticos”, destacaram os autores do estudo, pesquisadores da Universidade de Minnesota e da Universidade do Leste da Finlândia.

“Nós descobrimos que algumas vitaminas e suplementos minerais comumente utilizados, inclusive multivitamínicos, vitaminas B6 e ácido fólico, bem como minerais como ferro, magnésio, zinco e cobre, estão associados a um risco maior da mortalidade total”, acrescentaram.

A equipe de pesquisadores americana-finlandesa examinou dados do Estudo de Saúde das Mulheres de Iowa, inclusive questionários preenchidos por 38.772 mulheres com idade média de 62 anos.

As mulheres informaram sobre o uso que fizeram de suplementos em 1986, 1997 e 2004, e os dados demonstraram que seu uso aumentou em 66% nas pessoas que responderam ao questionário no início para 85% em 2004.

Aquelas que ingeriam suplementos demonstraram ter um estilo de vida mais saudável, sendo mais propensas do que as outras que não tomavam suplementos a não fumar, se alimentar com base em uma dieta de baixa gordura e se exercitar.

Mas em muitos casos, demonstraram ter um risco maior de morrer do que as demais que não tomavam suplementos.

“A preocupação principal recaiu sobre o ferro suplementar, indicando uma dosagem associada com o aumento do risco de mortalidade total”, destacou o estudo.

Por outro lado, “o cálcio suplementar foi inversamente proporcional à taxa de mortalidade total”, o que significa que as pessoas que ingeriam cálcio demonstraram ter um risco reduzido de morte, embora a mesma relação de dosagem não tenha ficado clara.

Os autores afirmaram que não podem descartar a possibilidade de que a razão para a taxa de mortalidade mais elevada em usuárias de ferro possa estar vinculada com as condições subjacentes que as levaram a tomar os suplementos e que é necessário fazer mais pesquisas.

Enquanto isso, os médicos pediram que os pacientes considerem os riscos da ingestão de suplementos a menos que seja necessário para prevenir deficiências.

“Achamos que o paradigma ‘quanto mais, melhor’ está errado”, afirmaram os médicos Goran Bjelakovic, da Universidade de Nis, na Sérvia, e Christian Gluud, do Hospital Universitário de Copenhague, na Dinamarca, em um comentário que acompanhou o artigo.

Estas descobertas “se somam à evidência crescente que demonstra que certos suplementos antioxidantes, como a vitamina E, a vitamina A e o betacaroteno podem ser prejudiciais”, afirmaram.

“Não podemos recomendar o uso de vitaminas e suplementos minerais como medida preventiva, pelo menos não para uma população bem nutrida”, concluíram.

Dilma defende quebra de patentes de medicamentos.

A presidente Dilma Rousseff voltou a defender a quebra de patente de alguns medicamentos para tratamento de algumas doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes e hipertensão e acesso gratuito a medicamentos para população de baixa renda para tratar essas doenças. Dilma falou nesta segunda-feira (19) na abertura da reunião sobre o tema na sede da ONU (Organização das Nações Unidas).

Segundo ela, 72% das causas não violentas de óbito entre pessoas com menos de 70 anos são com pessoas com essas doenças.

“O Brasil defende acesso a esses medicamentos”, disse Dilma, lembrando que uma das primeiras medidas do seu governo foi aumentar acesso para pacientes com hipertensão e diabetes, possibilitando o acesso gratuito a esses medicamentos, por meio do Programa Saúde Não Tem Preço, que distribui remédios a 20 mil farmácias publicas e privadas. “A defesa ao acesso dos medicamentos e prevenção devem andar juntos”, ressaltou.

Chefes de Estado e Governo e ministros da saúde de todo o mundo debateram nesta segunda-feira na Assembleia Geral das Nações Unidas a implementação de medidas para a prevenção de doenças não transmissíveis. As quatro doenças em nível mundial abordadas durante o fórum são as cardiovasculares, as pulmonares crônicas, o câncer e o diabetes, consideradas pela ONU uma ameaça para o desenvolvimento.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 36 milhões de pessoas morrem por ano em decorrência destas doenças, principalmente nos países mais pobres. O secretário-geral da ONU ressaltou que o tratamento contra essas enfermidades não é caro e a prevenção pode não ter nenhum custo, além de inclusive economizar dinheiro.

Ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também falou que é fundamental flexibilizar as patentes dos medicamentos destinados às doenças crônicas não transmissíveis para que mais brasileiros tenham acesso aos tratamentos. Segundo ele, foi a flexibilização das patentes que permitiu que hoje 200 mil pessoas com o vírus HIV tenham acesso aos medicamentos.

Padilha acompanhou a presidente na Reunião de Alto Nível sobre Doenças Crônicas Não Transmissíveis, da ONU. O ministro acrescentou que a adoção de uma espécie de banco de preços – comparando o valor cobrado por medicamentos estrangeiros e nacionais – levou o governo a economizar R$ 600 milhões.

“A prioridade deve ser a saúde pública. Ela deve vir em primeiro lugar”, disse o ministro. A presidente, em seu discurso, destacou que a saúde da mulher está entre os temas mais importantes do governo. Dilma ressaltou ainda que está determinada a reduzir os números referentes aos casos de câncer de mama e o de colo do útero, além da mortalidade infantil.

Para a presidente, a defesa do acesso a medicamentos e a promoção da saúde, assim como a prevenção, devem caminhar juntas. Segundo ela, no Brasil 72% das causas não violentas de morte entre pessoas com menos de 70 anos ocorrem em função das doenças crônicas não transmissíveis, como hipertensão, diabetes e câncer.

Dilma disse também que o governo atua para reduzir os fatores de risco com maior influência no aparecimento das doenças crônicas não transmissíveis, como o tabagismo, o uso abusivo de álcool e a falta de atividade física, além da alimentação não saudável.

Droga faz cérebro ‘esquecer’ más lembranças

Cientistas descobriram um remédio que ajuda a curar o sofrimento causado por más lembranças. De acordo com o estudo publicado no periódico Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, sob o efeito da droga metirapona, indivíduos que têm más recordações reduzem a habilidade do cérebro de repassar esses momentos. A pesquisa, desenvolvida pela Universidade de Montreal e pelo Centro de Estudos do Stress Humano do Hospital Louis-H. Lafontaine (ambos no Canadá), desafia a teoria de que as memórias não podem ser modificadas uma vez armazenadas no cérebro.

Para chegar aos resultados, a equipe de cientistas contou uma história com aspectos neutros e negativos para 33 homens. Três dias depois, eles foram divididos em três grupos: os que ficaram no primeiro grupo receberam uma dose única de metirapona; os do segundo grupo ingeriram uma dose dupla; e os que caíram no terceiro grupo tomaram um placebo. Depois disso, eles recontaram a história.

O desempenho da memória de cada indivíduo foi avaliada novamente quatro dias depois, tempo suficiente para que a droga desaparecesse do organismo. “Descobrimos que aqueles que tomaram a dose dupla do remédio não conseguiam se lembrar direito das partes negativas do texto, enquanto se lembravam perfeitamente das partes neutras”, disse Marie-France Marin, chefe da pesquisa.

A metirapona é uma droga que reduz bastante os níveis de cortisol, um hormônio do stress que está envolvido no processo da lembrança. Manipular a quantidade de cortisol perto do momento em que novas lembranças se formam pode diminuir as emoções negativas associadas a elas. “Os resultados mostram que quando diminuímos os níveis do hormônio assim que lembramos de algo negativo, podemos enfraquecer essa má lembrança com um efeito duradouro”, disse Sonia Lupien, diretora da pesquisa. “Foi uma surpresa perceber que a redução das lembranças negativas se manteve mesmo com a normalização dos níveis de cortisol, dias depois”, disse Marie.

A pesquisa oferece esperança para pessoas sofrendo de doenças como o transtorno do stress pós-traumático. “Nossa descoberta pode ajudar indivíduos a lidar com eventos traumáticos ao oferecer a elas uma oportunidade para ‘sobrescrever’ as memórias negativas durante a terapia”, explicou Marie. Um grande problema, contudo, é que a metirapona não é mais produzida comercialmente. No entanto, os resultados apontam uma direção para futuros testes clínicos. “Outras drogas reduzem o nível de cortisol e mais estudos com esses compostos vão melhorar o entendimento dos mecanismos do cérebro envolvidos na modulação das lembranças ruins”, afirmou Marie.

Medicamento para tratar diabetes é contraindicado para emagrecer.

Olá pessoal!!!! Sei que desapareci do blog. Mas fiquei muito sem tempo, agora ja estou com o tempo mais folgado, voltarei a postar com frequencia!!!

Para recomeçar vou falar sobre um assunto que minha mãe pediu para que eu postasse. Ela ouviu dizer sobre isso no trabalho dela e que todos estavam super empolgados com o assunto e o medicamento ja havia até esgotado em algumas drogarias!!!!

Sem suar a camisa e sem equilibrar a dieta não há como perder peso de forma saudável. Essa é a premissa básica das sociedades médicas internacionais. Mas sempre há quem queira pegar um atalho e emagrecer com fórmulas mágicas.

A “poção” da vez atende pelo nome de liraglutida (cujo nome comercial é Victoza), um medicamento para o tratamento do diabetes tipo 2, que virou objeto de desejo para quem sonha perder quatro, seis, oito, 10 quilos sem fazer força.

Vale esclarecer que a droga usada para o tratamento do diabetes tipo 2 é eficiente. Funciona assim: no paciente diabético, a insulina produzida pelas células do pâncreas não é suficiente ou não age de modo adequado no organismo, provocando o aumento da quantidade de açúcar no sangue.

O remédio, além de auxiliar o controle glicêmico, proporciona outros benefícios combinados como perda de peso, redução na pressão arterial sistólica e melhora da função das células beta, responsáveis por sintetizar e secretar a insulina.

A liraglutida promove a perda de peso (média de 3 kg ao mês) pelo fato de retardar o esvaziamento gástrico e aumentar a sensação de saciedade após as refeições.

“Liraglutida é um análogo de GLP-1, hormônio natural produzido pelo intestino que colabora para o metabolismo normal da glicose como outros hormônios pancreáticos e gastrointestinais como a insulina, o glucagon, a amilina. O medicamento, indicado na bula para pacientes diabéticos do tipo 2, age no pâncreas estimulando a liberação de insulina apenas quando os níveis de açúcar no sangue estão altos”, explica Marcelo Freire, diretor médico do laboratório Novo Nordisk, que produz o Victoza.

Aplicada uma vez ao dia, por meio de uma caneta de injeção subcutânea, no horário mais conveniente para o paciente, proporciona comodidade ao paciente diabético, estimulando a adesão ao tratamento.

“O que não pode acontecer é a banalização do uso do medicamento. Não faz sentido prescrever a liraglutida com a finalidade de emagrecimento rápido. Vai contra tudo o que sempre pregamos, que é a manutenção da saúde por meio de atividade física regular e alimentação balanceada”, adverte o endocrinologista e médico do esporte Ronaldo Arkader, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.

“Todo tratamento visando perda de peso envolve dieta e exercícios. Trabalhamos a adesão a hábitos saudáveis. Qualquer coisa além disso é acessório. Milagres não existem”, reforça o endocrinologista Ricardo Meirelles, presidente da Comissão de Comunicação Social na Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

Os especialistas advertem que todo remédio pode apresentar efeitos colaterais, mesmo para pacientes aos quais ele é indicado. Entre as reações que o liraglutida pode provocar, Arkader cita prisão de ventre, hipoglicemia, cefaleia, tontura, infecção do trato aéreo respiratório (rinite, sinusite), infecção do trato urinário, dor nas costas, dor de estômago e inchaço ou vermelhidão no local da injeção.

Para perda de peso com finalidade estética – aqueles dois ou quatro incômodos quilinhos – a liraglutida é contraindicada. Mas há pesquisas em andamento com pacientes obesos (com IMC acima de 30) e não diabéticos.

“Esses estudos multicêntricos já foram citados pelo Lancet e Internacional Journal of Obesity, porém ainda não existe uma autorização para o uso do medicamento para emagrecimento. Ao final desses trabalhos, vamos avaliar os resultados, analisar os ricos e benefícios, e submetê-los às agências regulatórias do mundo todo”, diz Freire.

P&G convoca recall para enxaguante bucal da Oral-B

A Procter & Gamble iniciou nesta terça-feira a campanha de recall de enxaguante bucal da marca Oral-B. O produto pode trazer risco aos consumidores com sistema imunológico debilitado, de acordo com informações do Procon-SP.

Os problemas se referem a produtos fabricados na Colômbia, pelo laboratório Rety. A origem da fabricação do antisséptico está no verso da embalagem. A P&G também está retirando o enxaguante dos Estados Unidos, Colômbia, China, Canadá, Chile e México.

“A empresa informa que, ao realizar testes microbiológicos (cultura de bactéria) de qualidade, por amostragem, alguns lotes de seus produtos – sabor menta e hortelã, fabricados pelos Laboratórios Rety de Colombia S/A – apresentaram níveis microbiológicos acima dos limites de controle estabelecidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, disse o comunicado do Procon-SP.

A recomendação da empresa é que os clientes que identificarem o produto devem descartar o líquido e guardar a embalagem. No Brasil, os problemas ocorrem com as versões de 2 litros, 750ml e 500ml do enxaguante Oral-B. Os consumidores serão reembolsados pela empresa.

Os telefones de contato são 0800-727-1085, 0800-727-1086 e 0800-727-1164. A campanha não tem um prazo limite