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Benefícios dos probióticos para as mulheres

Olá pessoal!!! como vão??? feriadão chegando hein??! até um calorzinho resolveu fazer! Hoje achei essa reportagem super legal sobre a importancia dos probióticos para as mulheres…além de fazerem bem, nao engordarem tanto e serem saborosos, ajudam a regular o corpo!!! Leiam! e vc…homem que ta lendo….não de chocolates para sua mulher…de um probiótico! hauhauha. Até mais!!!

Os probióticos são aliados do corpo de mulheres de 0 a 100 anos. Além de agir na prevenção de alergias dos fetos em mulheres grávidas, na melhora das defesas imunológicas, na digestão e no trânsito intestinal, um estudo publicado na Clinical Infectious Diseases, em abril deste ano, sugere o consumo de probióticos para curar infecções urinárias e ginecológicas de uma forma natural, sem recorrer a antibióticos.

Os alimentos probióticos são velhos conhecidos das mulheres, que recorrem às chamadas “bactérias boas”, encontradas em iogurtes e em complementos alimentares lácteos, até para passar no cabelo e da pele. No entanto, não havia comprovação científica de que esses alimentos pudessem ajudá-las nos casos de infecções íntimas. Agora as mulheres podem contar com mais um aliado no tratamento desses sintomas.

Em uma palestra sobre a importância dos probióticos para a ginecologia, o médico francês Jean-Michel Delange disse que os lactobacilos tem um papel essencial que permite a manutenção da acidez natural da vagina e bloqueia a proliferação de micróbios. “A flora vaginal contém microorganismos e bactérias. É como se fosse um ecossistema que pode sofrer com invasões infecciosas”, afirma. “Com a ajuda dos probióticos, mesmo tomados por via oral, é possível restabelecer uma flora de lactobacilos correta”.

De acordo com o Dr. Delange, os três principais fatores de desequilíbrio dos germes protetores da flora vaginal são o desequilíbrio hormonal, o excesso de higiene, como duchas vaginais internas freqüentes, e medicamentos como os antibióticos. “O estresse e o tabaco também diminuem a imunidade íntima”, explica.

Você encontra bebidas lácteas fermentadas ricas em probióticos em supermercados.

Os probióticos são aliados do corpo de mulheres de 0 a 100 anos. Além de agir na prevenção de alergias dos fetos em mulheres grávidas, na melhora das defesas imunológicas, na digestão e no trânsito intestinal, um estudo publicado na Clinical Infectious Diseases, em abril deste ano, sugere o consumo de probióticos para curar infecções urinárias e ginecológicas de uma forma natural, sem recorrer a antibióticos.

Os alimentos probióticos são velhos conhecidos das mulheres, que recorrem às chamadas “bactérias boas”, encontradas em iogurtes e em complementos alimentares lácteos, até para passar no cabelo e da pele. No entanto, não havia comprovação científica de que esses alimentos pudessem ajudá-las nos casos de infecções íntimas. Agora as mulheres podem contar com mais um aliado no tratamento desses sintomas.

Em uma palestra sobre a importância dos probióticos para a ginecologia, o médico francês Jean-Michel Delange disse que os lactobacilos tem um papel essencial que permite a manutenção da acidez natural da vagina e bloqueia a proliferação de micróbios. “A flora vaginal contém microorganismos e bactérias. É como se fosse um ecossistema que pode sofrer com invasões infecciosas”, afirma. “Com a ajuda dos probióticos, mesmo tomados por via oral, é possível restabelecer uma flora de lactobacilos correta”.

De acordo com o Dr. Delange, os três principais fatores de desequilíbrio dos germes protetores da flora vaginal são o desequilíbrio hormonal, o excesso de higiene, como duchas vaginais internas freqüentes, e medicamentos como os antibióticos. “O estresse e o tabaco também diminuem a imunidade íntima”, explica.

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Genética ou estilo de vida???

Coração sob controle

A saúde cardiovascular a partir da meia-idade é uma herança dos seus genes ou é algo que dependa do seu estilo de vida, estando portanto dentro do seu controle?

Dois grandes estudos, realizados na Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, confirmaram que um estilo de vida saudável tem impacto muito maior sobre a saúde cardiovascular do que a herança genética.

O outro estudo testou diretamente a questão genética, e também mostrou que a saúde cardiovascular é devida principalmente ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis, e não à hereditariedade.

Os dois trabalhos foram apresentados na semana passada durante a reunião anual da Associação Americana do Coração, em Chicago.

Como manter o coração saudável

O primeiro estudo revela que a maioria das pessoas que adotaram comportamentos de vida saudáveis no início da vida adulta mantiveram um baixo risco cardiovascular na meia-idade.

Os cinco comportamentos saudáveis mais importantes são:

  1. não fumar;
  2. pouca ou nenhuma ingestão de álcool;
  3. controle do peso;
  4. atividades físicas e
  5. dieta saudável.

“Os comportamentos saudáveis podem superar a maior parte da sua genética,” disse o Dr. Donald Lloyd-Jones, um dos autores dos estudos. “Esta pesquisa mostra que as pessoas têm controle sobre sua saúde cardíaca. Quanto mais cedo eles começarem a fazer escolhas saudáveis, maior probabilidade terão de manter um perfil de baixo risco para doenças cardíacas.”

Comportamento de alto risco

O primeiro estudo investigou por que muitos adultos jovens, que apresentam um perfil de baixo risco para doenças cardíacas, saltam para a categoria de alto risco na meia-idade, apresentando pressão arterial elevada, colesterol alto e excesso de peso.

Essa piora no estado de saúde é resultado de mudanças no estilo de vida, conclui o estudo.

Mais da metade dos jovens que seguiram os cinco fatores de estilo de vida saudável ao longo de 20 anos foram capazes de manter seu perfil de baixo risco para a doença cardíaca na meia-idade.

Há grandes benefícios em chegar à meia-idade com um perfil de baixo risco para doença cardíaca. Essas pessoas vão viver muito mais tempo, terão uma melhor qualidade de vida e gastarão menos com saúde.

Um perfil de baixo risco significa ter colesterol baixo, pressão arterial normal, não fumar, não ter diabetes, fazer atividades físicas regulares, ter uma dieta saudável e não ter excesso de peso.

Saúde cardiovascular

O segundo estudo monitorou três gerações de famílias para determinar se a saúde cardiovascular é herdada ou não.

A “herdabilidade”, conforme foi definida no estudo, inclui não apenas uma combinação de fatores genéticos, mas também os efeitos de um ambiente compartilhado, como os tipos de alimentos que são servidos em uma família.

O estudo descobriu que apenas uma pequena proporção da saúde cardiovascular é passada de pai para filho. A maior parte da saúde cardiovascular é devida ao estilo de vida e aos comportamentos saudáveis assumidos por cada membro da família.

“O que você faz e como você vive vai ter um impacto maior sobre sua saúde cardiovascular do que seus genes ou como você foi criado,” explica Norrina Allen, principal autora do estudo.