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Preço de medicamento varia até 952%

Pesquisa do Procon-SP divulgada nesta segunda-feira aponta diferenças de até 951,7% entre os preços de medicamentos genéricos. Essa variação foi constatada no Diclofenaco Sódico (50 mg, 20 comprimidos), encontrado em um estabelecimento por R$ 9,36 e em outro por R$ 0,89.

Entre os medicamentos de referência, a maior diferença de preço (520,8%) foi contabilizada no valor do Propranolol Ayerst (Cloridrato de Propranolol), da Sigma Pharma (40 mg, 30 comprimidos), encontrado por R$ 7,45 e por R$ 1,20.

Na comparação entre os preços médios dos genéricos com os de referência de mesma apresentação, o levantamento mostrou que, em média, os genéricos são 58,5% mais baratos do que os de referência.

A pesquisa foi feita entre os dias 28 e 30 de setembro em 15 drogarias distribuídas pelas cinco regiões da cidade de São Paulo. Do total de itens comparados, a unidade do Walmart localizada na região sul da capital foi a que apresentou a maior quantidade de produtos com menor preço –34 dos 52.

O Procon-SP orienta o consumidor a evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem. Outra sugestão é sempre verificar se o número do lote, prazo de validade e data de fabricação na caixa são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos.

Medicamentos para o SUS terão setor exclusivo na Anvisa

Olá pessoal!!!!! olhem que legal a reportagem que vi hj no site da ANVISA!!! pelo menos para o SUS a coisa vai ser masi rápida ne?!

Os medicamentos estratégicos para o SUS terão uma área exclusiva na Anvisa para garantir que o seu registro seja feito de forma mais ágil. Foi publicado nesta quinta-feira (26/5) a Portaria 706 da Anvisa que cria a Coordenação de Registros e Pós Registro de Medicamentos de Interesse Estratégico do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o Diretor Presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, com a nova estrutura o acesso aos medicamentos pelo SUS será reforçado. “Essa medida vai permitir mais acesso da população aos medicamentos e mais economia do governo na compra destes produtos. É uma garantia de que aquele medicamento mais importante para a saúde pública vai ter o seu processo de aprovação de forma mais rápida e com todas as garantia de qualidade.” A Anvisa tem adotado uma série de ações para garantir a chegada de novas opções de medicamentos ao mercado. Entre essas medidas está a priorização de genéricos que não têm concorrência no mercado e a instituição de comitês específicos para agilizar o registro de medicamentos desenvolvidos por meio de Parcerias Público Privadas. Para Dirceu Barbano são medidas que melhoram a capacidade do SUS de entregar ao cidadão os medicamentos que ele necessita. “A Anvisa tem voltado todos os seus esforços para facilitar a chegada de novos medicamentos ao mercado, especialmente aqueles que têm maior importância nas políticas públicas de saúde. A criação de uma área na Anvisa para analisar com exclusividade os medicamentos de interesse estratégico para o SUS é uma sinalização muito clara de que os medicamentos que têm mais importância para a população serão priorizados.”

Remédio mais vendido no mundo é reinventado no Brasil

Olá!!! estamos de volta!!!! já estava sentindo falta do blog!

Preparados para mais um ano de muitas informaçoes, atualidades e curiosidades???? Entao vamos lá!!!

Um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu uma nova rota, mais eficiente, para a produção de atorvastatina.

A substância é o princípio ativo do medicamento mais vendido no mundo, o Lipitor, utilizado para a redução dos níveis de colesterol no organismo.

A patente do medicamento no Brasil expirou em dezembro de 2010 e a descoberta da nova rota de produção é um passo importante para o desenvolvimento de um genérico brasileiro do Lipitor, de acordo com o coordenador da pesquisa, Luiz Carlos Dias, professor do Instituto de Química (IQ) da Unicamp, que desenvolveu o novo processo juntamente com seu colega Adriano Siqueira Vieira.

Inovação incremental

Segundo Dias, o trabalho da equipe brasileira consistiu em uma inovação incremental, que melhorou a rota de obtenção da molécula, reduzindo a quantidade de solventes e reagentes em diversas etapas do processo de produção. As reações puderam ser realizadas em condições mais brandas, com insumos mais baratos e com menor impacto ambiental.

“Fizemos várias melhorias, incrementando muito o rendimento intermediário da síntese, que passou de 30%, na rota anterior, para 61%. O mais importante é que introduzimos também inovações a partir desse ponto intermediário e passamos a preparar a atorvastatina por uma rota mais curta, que ainda não havia sido descrita em nenhuma das patentes. É um processo que desenvolvemos e que permitiu que, em poucas etapas, chegássemos ao princípio ativo”, disse Dias.

O pesquisador explicou que a inovação consistiu basicamente em conseguir preparar o princípio ativo de uma maneira diferente: “Chegamos exatamente à mesma molécula, em sua forma mais ativa – já que ela tem quatro polimorfos, com maneiras diferentes de cristalizar. Trata-se de um genérico, produzido a partir de uma rota diferente e mais curta, suprimindo a utilização de diversos insumos caros e tóxicos.”

Atorvastatina

A nova rota tem etapas que envolvem reações e intermediários que não haviam sido utilizados em nenhuma das patentes anteriores. Dias explica que a molécula da atorvastatina foi escolhida para a síntese por seu valor econômico.

“Apenas em 2009, o Lipitor rendeu para a Pfizer cerca de R$ 400 milhões apenas no Brasil e US$ 13 bilhões em todo o mundo. Trata-se de um medicamento caro, mas que é o mais vendido no mundo. A nova rota para produção de atorvastatina deverá reduzir o preço final do genérico e poderá causar impacto na balança comercial brasileira, em especial para o Sistema Único de Saúde”, disse.

A patente do Lipitor é de 1989 e expirava em 2009. A Pfizer conseguiu uma liminar para estendê-la até dezembro de 2010, de acordo com Dias. “As patentes em vias de expiração podem ser vistas como uma oportunidade, já que temos no país, em várias instituições acadêmicas, a competência instalada para melhorar as rotas de produção ou mesmo partir de rotas inéditas”, afirmou.

A estratégia vale para qualquer medicamento, segundo o cientista. “A estrutura da atorvastatina é uma das mais complexas entre os genéricos que podemos preparar. Se conseguimos preparar essa molécula, isso significa que podemos dar conta de praticamente qualquer princípio ativo. Temos princípios ativos de medicamentos com estruturas muito mais simples e que também têm impacto importante para o SUS”, disse o cientista.

Laboratórios de escalonamento

Segundo Dias, com a nova rota descoberta, a equipe de cientistas preparou um grama de atorvastatina. A partir de agora começa o processo de patenteamento da nova rota de produção da molécula, junto à Agência de Inovação da Unicamp (Inova).

“Dificilmente se consegue preparar mais que isso em escala laboratorial. Agora, vamos passar à fase de conversas com a indústria farmacêutica. Já temos uma empresa interessada, com quem vamos discutir o escalonamento e a preparação em escala industrial”, disse.

A produção em escala industrial segue outra lógica, segundo Dias, difícil de ser levada adiante nos laboratórios de pesquisa. “Só a indústria poderá produzir em grande escala, pois não temos laboratórios de escalonamento no Brasil. Seria importante para o país investir nisso”, disse.

Genérico da atorvastatina

Hoje, segundo Dias, existe apenas um genérico da atorvastatina, mas ele ainda é muito caro: custa entre R$ 70 e R$ 80 por caixa, dependendo do Estado. A caixa de Lipitor custa de R$ 120 a R$ 200. “Eu diria que muito menos de 5% da população brasileira que tem problema de colesterol tem acesso a esse medicamento – mesmo o genérico -, que não faz parte do Farmácia Popular”, disse.

O preço atual do medicamento é tão alto, segundo Dias, porque as farmoquímicas brasileiras importam insumos de outros mercados como Índia, China, Japão e Estados Unidos. No Brasil, apenas pequenas transformações são feitas e o genérico é posto no mercado com o custo desses insumos repassados ao consumidor.

“Assim que passarmos a produzir no Brasil insumos avançados ou esses princípios ativos de genéricos, o preço final dos medicamentos vai ser muito menor. Além disso, poderemos passar a exportar para os países vizinhos. Esse é o cenário ideal para o nosso setor farmacêutico. Para chegar lá precisaremos de muito investimento”, afirmou.

Pouca inovação, muita copiação

Segundo o professor da Unicamp, há investimentos sendo feitos, mas para alcançar o objetivo será necessária uma maior aproximação entre governo federal, estadual, o setor acadêmico e o setor industrial. “Poucas empresas no Brasil fazem pesquisa, mesmo incremental. Fazem muita cópia, mas não investem na fabricação de insumos e produção de medicamentos”, disse.

No entanto, a competência instalada no setor acadêmico em todo o Brasil já é suficiente para reverter esse quadro, segundo ele. “Acho que um trabalho como essa nova rota para produção da atorvastatina mostra que temos potencial para preparar esses princípios ativos não apenas com inovações incrementais, mas também a partir de rotas inéditas, com tecnologia desenvolvida no país”, destacou.

O principal gargalo atualmente, segundo ele, é a inexistência dos laboratórios de escalonamento nas universidades brasileiras. O laboratório do IQ, por exemplo, precisa preparar um lote de 600 gramas de um composto novo para fazer todos os testes. Mas nenhum laboratório acadêmico tem essa condição.

“As empresas farmacêuticas ficam então com essa responsabilidade, mas eles só vão fazer esse teste se houver praticamente certeza que o composto vá para o mercado. Mas inovação sempre tem algum nível de incerteza e, por isso, não fazemos inovação. Eles não apostam nesse tipo de pesquisa”, afirmou.

A solução, segundo Dias, consistirá em pagar para que um laboratório do exterior prepare os 600 gramas do novo composto. “Temos contato com um laboratório do Uruguai e outro da Espanha. Mas o ideal seria termos nossos próprios laboratórios para escalonamento. Isso traria recursos para as instituições acadêmicas, já que poderíamos preparar compostos em grandes escalas e vendê-los para as farmoquímicas”, disse.

Caralluma Fimbriata será retirada do comércio.

Mais uma frustração para quem ainda espera o medicamento que vai trazer a magreza e o corpo perfeito. A plantinha milagrosa da vez era a Caralluma, que prometia a aceleração do metabolismo, eliminação de toxinas e gorduras do organismo.

Porém, a Anvisa informou que até o momento nenhum produto que a contenha encontra-se regularizado no País, tendo em vista que não há qualquer comprovação em relação à sua segurança e eficácia.

Pra isso ja foi publicada no Diário Oficial da União, a suspensão da importação da Caralluma Fimbriata, sua fabricação, distribuição, manipulação, comércio e o uso em todo o território nacional.

“As substâncias foram recolhidas e lacradas. Proibidas de serem comercializadas, elas foram mantidas armazenadas nos próprios estabelecimentos, que estão como fiéis depositários do produto”, expôs a coordenadora da equipe de inspetoria, Paula Lacerda.

O que acho ” engraçado” é que somente após a reportagem do programa Fantástico, da rede Globo no domingo,  que o assunto veio a tona, a população se desesperou e o medicameno que até ja estava em falta em muitos lugares, se tornou um vilão. A ANVISA tentou resolver, investigar e acabou proibindo apenas após a reportagem na Tv. Antes disso, todos estavam consumindo o produto livremente. E onde estava toda a fiscalização de produção e registro do produto???

Apenas após sairem na Tv as coisas são realmente vistas pelo povo e pelas autoridades, e sabemos que o Fantástico tem poucos embasamentos cientificos e credibilidade arranhada em muitos aspectos.

Qual será a proxima plantinha q vai resolver os problemas da humanidade? Vamos aguardar…

Um serviço de farmácia que reduz custos e riscos aos pacientes.

Olá pessoal! Como eu sempre digo para as pessoas, o mundo é de quem tem idéias!!! Não adianta fazer sempre a mesma coisa,  do mesmo jeito , se conformar com isso e apenas reclamar e falar mal das coisas que acontecem a sua volta. Temos que abrir a cabeça para o mundo e levantar da cadeira.

Um grupo do Hospital Nossa Senhora de Lourdes criou um serviço simples e eficiente para reduzir custos do hospital, e evitar riscos aos pacientes. Um programa que não exigirá de nenhum funcionário mais do que sua real obrigação.

O lançamento tem objetivo de garantir o uso mais racional dos medicamentos permitindo a redução de tempo de internação dos pacientes. O serviço, por exemplo,  orienta pacientes com informações sobre o que fazer no caso do esquecimento do remédio e os cuidados ao armazenar o medicamento.

Supervisionado pela farmacêutica Cláudia Aparecida Medeiros da Silva, a farmácia coloca à disposição dos pacientes um telefone para sanar dúvidas e dificuldades no uso dos remédios. Em breve, será lançado um manual de orientação pós-alta elaborado pela equipe multidisciplinar para ser distribuído a todos os pacientes que entrarem em algum protocolo gerenciado nos dois hospitais do Grupo Nossa Senhora de Lourdes.

O serviço tem parceria com as equipes multiprofissionais dos hospitais Nossa Senhora de Lourdes e da Criança, que são formadas por médicos, enfermeiras, fisioterapeutas e nutricionistas. Ela é responsável pelos serviços de análise de prescrição dos medicamentos, reconciliação medicamentosa, controle de antimicrobianos, reações adversas, entre outros…

Idéias simples que podem fazer toda a diferença no campo da saúde.

Efeito de antibiótico dura 2 anos no corpo.

Olá Pessoal! Hoje vi no BLOG do Marcelo Polacow esta reportagem muito interessante que quis mostrar pra vocês.

Estudo mostra que uso dessas drogas por 7 dias desequilibra flora intestinal por mais tempo do que se pensava
Remédio só deve ser usado em caso de não haver opção e quando os benefícios compensam o risco, dizem médicos

Tomar antibiótico por uma semana pode prejudicar as defesas do organismo por até dois anos, segundo estudo feito pelo Instituto Sueco para Controle de Doenças Infecciosas e publicado na revista “Microbiology”.
Flora intestinal é o nome dado às bactérias que vivem na parede do intestino. Lá existem centenas de espécies de micro-organismos, protetores ou nocivos à saúde, que convivem em equilíbrio.
As bactérias “boas” têm funções metabólicas, como ajudar no funcionamento do intestino, na absorção de gordura e vitamina B12 e na produção de ácido fólico.
“A função mais importante é controlar bactérias desfavoráveis. Sem elas, nós viveríamos constantemente com infecções”, diz Ricardo Barbuti, médico endocrinologista da Federação Brasileira de Gastroenterologia.
Segundo o especialista, há muito se sabe que os antibióticos têm efeito na flora intestinal. O que o estudo recém-publicado mostra é que essas alterações duram muito mais tempo do que se pensava.
“Além de causar um desequilíbrio passageiro, o remédio também seleciona bactérias resistentes. Agora sabemos que essa resistência pode durar mais tempo”, explica André Zonetti de Arruda Leite, médico endocrinologista do Hospital das Clínicas de São Paulo.

CONSEQUÊNCIAS
Diarreias, disfunção intestinal e inflamações (colites) são as consequências mais comuns do desequilíbrio da flora intestinal. Tanto faz se o uso do antibiótico é feito de forma correta ou incorreta -por mais ou menos tempo do que o necessário.
“O medicamento deve ser usado só quando o benefício compensa o risco e não há outra alternativa”, diz Barbuti. Gripes, resfriados ou dores de cabeça não devem ser tratados com antibiótico.

Spray nasal promete acabar com resfriado em até duas horas.

Olá Pessoal!!! A noticia de hoje é muito legal, essa eu vi na tv!!! Ja estava mesmo faltando algo mais eficaz para gripes e resfriado não é?. Esse novo medicamento promete ser uma revolução na medicina. Quem quiser ver a reportágem que saiu tv entra aqui no site da Globo que tem o video.

” A medicina avançou, mas, até hoje, estava devendo um remédio para a mais comum das doenças: o resfriado. Agora, a ciência promete uma novidade. Descobriu anticorpos que atacam o vírus. Tudo indica que é o fim dos espirros.

Não há melhor época para surgir uma notícia dessas. Pelo menos no hemisfério norte, onde o inverno – a estação das gripes e resfriados – está chegando com tudo. A novidade só vai estar nas farmácias daqui a dois ou três anos, mais ou menos. Mas nós já podemos sonhar com esse verdadeiro milagre da ciência: um spray nasal, capaz de acabar com a gripe comum em apenas duas horas.

Os espirros estão com os dias, ou melhor, com as horas contadas. Até agora, os cientistas achavam que nossos anticorpos só atacavam o vírus fora das células. A descoberta feita no centro universitário de Cambridge, um dos mais respeitados do mundo, mostra que anticorpos podem entrar nas células e combater a virose lá dentro. Isso revoluciona o tratamento, por exemplo, da gripe comum. Mas pode incrementar também outras terapias antivirais, como o combate à Aids.

Viroses, em geral, matam duas vezes mais do que o câncer em todo o mundo. A proteína TRIM21 – responsável pela ação dos anticorpos – pode ser reforçada com o uso de um spray nasal, no caso da gripe comum. É isso que os cientistas de Cambridge descobriram, testaram e anunciaram esta semana.

A descoberta promete pôr um fim naquela máxima que diz que, para gripe, só mesmo vitamina C e cama.”