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Spray nasal promete acabar com resfriado em até duas horas.

Olá Pessoal!!! A noticia de hoje é muito legal, essa eu vi na tv!!! Ja estava mesmo faltando algo mais eficaz para gripes e resfriado não é?. Esse novo medicamento promete ser uma revolução na medicina. Quem quiser ver a reportágem que saiu tv entra aqui no site da Globo que tem o video.

” A medicina avançou, mas, até hoje, estava devendo um remédio para a mais comum das doenças: o resfriado. Agora, a ciência promete uma novidade. Descobriu anticorpos que atacam o vírus. Tudo indica que é o fim dos espirros.

Não há melhor época para surgir uma notícia dessas. Pelo menos no hemisfério norte, onde o inverno – a estação das gripes e resfriados – está chegando com tudo. A novidade só vai estar nas farmácias daqui a dois ou três anos, mais ou menos. Mas nós já podemos sonhar com esse verdadeiro milagre da ciência: um spray nasal, capaz de acabar com a gripe comum em apenas duas horas.

Os espirros estão com os dias, ou melhor, com as horas contadas. Até agora, os cientistas achavam que nossos anticorpos só atacavam o vírus fora das células. A descoberta feita no centro universitário de Cambridge, um dos mais respeitados do mundo, mostra que anticorpos podem entrar nas células e combater a virose lá dentro. Isso revoluciona o tratamento, por exemplo, da gripe comum. Mas pode incrementar também outras terapias antivirais, como o combate à Aids.

Viroses, em geral, matam duas vezes mais do que o câncer em todo o mundo. A proteína TRIM21 – responsável pela ação dos anticorpos – pode ser reforçada com o uso de um spray nasal, no caso da gripe comum. É isso que os cientistas de Cambridge descobriram, testaram e anunciaram esta semana.

A descoberta promete pôr um fim naquela máxima que diz que, para gripe, só mesmo vitamina C e cama.”

Como inutilizar medicamentos vencidos?

Oi Pessoal, como vai??

Hoje vou falar sobre algo que já me perguntaram muitas vezes e também já vi muita gente fazendo errado, como descartar os medicamentos que já venceram. Ainda não está totalmente formalizado o método e inutilização deles, há muito a ser estabelecido ainda, mas algumas atitudes devem ser tomadas.

O grande perigo desses medicamentos vencidos é o perigo de intoxicação que eles possuem. Se forem consumidos após o período indicado podem causar sérios danos a saúde.

É comum a população descartar os remédios de maneira errada, esses produtos não devem ser jogados no lixo doméstico na embalagem original.

Não há nenhuma lei que regulamente o descarte de medicamentos e faltam orientações sobre o assunto. Uma das maneiras seria encaminhar o medicamento a uma farmácia para que o produto fosse descartado junto com o lixo produzido pelo estabelecimento. Porém, a farmácia não é obrigada a realizar o serviço.

É importante inutilizar esses medicamentos, o líquido de frascos deve ser jogado na pia ou no vaso sanitário. O recipiente precisa ser lavado, para evitar que outras pessoas consumam o medicamento vencido. No caso de comprimidos, não é necessário quebrá-lo, jogando o comprimido no vaso sanitário e dando descarga não há problema algum, porque ele se desintegra e não causa problema algum.

O grande problema desta maneira de descarte é acarretar problemas ao meio ambiente, para locais onde a rede de esgodo acaba indo para um rio; Porém quando jogamos os medicamentos em lixo comum, sabemos que muitas pessoas e animais podem revirar esse material achá-lo e consumi-lo, o que é muito prejudicial.

O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia afirma que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não define normas específicas, mas estuda uma resolução que prevê que as farmácias e drogarias poderiam aceitar os medicamentos vencidos, assim, evitamos contaminaçoes ambientais e populacionais.

Os índios e os medicamentos.

Olá Pessoal!

Nossa vida moderna já esta acostumada com a quantidade de medicamentos para diversas enfermidades, nem paramos para pensar na comodidade e rapidez que temos para consegui-los não é?

E como fazem os índios para ter um tratamendo médico adequado e informaçoes corretas sobre os medicamentos ??

Leiam o que saiu na internet ontem sobre o assunto, muito interessante pois nos mostra uma realidade bem diferente do que a grande maioria das pessoas tem, porém, com problemas bem semelhantes.Vejam só.

 

“ Em artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Publica da Fiocruz, pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina investigaram o consumo de medicamentos entre índios guarani residentes em uma aldeia do litoral de Santa Catarina. O estudo, que avaliou prescrições médicas e principais fármacos encontrados em domicílio, indicou que os guarani procuram postos de saúde principalmente para combater gripe, tosse e diarreia, além de consultar o pajé e praticarem automedicação com remédios e ervas.

Segundo os pesquisadores, durante as consultas médicas os índios apresentaram as mais variadas queixas. “Um dos pontos levantados como mais favorável para os indígenas em relação à presença da equipe e à existência do posto na aldeia era que não precisavam mais enfrentar filas nos postos de saúde dos municípios vizinhos, razão também mencionada para não desejarem a municipalização do atendimento”, afirmam os estudiosos.

Outro ponto que merece destaque na motivação para a busca de medicamentos foi a dificuldade de obter ervas, considerando a degradação ambiental no entorno da aldeia. “O medicamento industrializado também representa uma comodidade, quando comparado com as terapêuticas tradicionais, pois o uso do mesmo possibilita a resolução do problema sem a necessidade de sacrifícios e restrições inerentes às prescrições nativas”, elucidam os pesquisadores.

Além disso, para os índios entrevistados, a eficácia dos medicamentos era reconhecida no que diz respeito aos sintomas físicos, mas a grande maioria apontou para o fato de interromper o tratamento quando há uma melhora no estado de saúde. “Durante as pesquisas domiciliares foi bastante comum ouvir dos índios que não tinham mais ‘remédio’ em casa porque já haviam jogado fora o que sobrou”, explicam os pesquisadores. “Ao sentirem-se melhores, interrompiam o tratamento por conta própria e jogavam fora o que havia restado, corroborando a noção de eficácia avaliada com base na experiência da doença e não de critérios farmacológicos universais”.

Os estudiosos ainda chamam atenção para o fato de que o maior obstáculo para o uso de medicamentos não foi seu acesso e sim complicações na forma de comunicar como é feito o processo. “A maneira como foram oferecidas as informações sobre os medicamentos (segundo a enfermeira, muitas vezes ficava a dúvida se tinham compreendido como deveriam ser tomados), a percepção dos efeitos adversos e a melhora sintomática foram as principais razões para os usuários não iniciarem ou pararem o tratamento”, apontam os pesquisadores no artigo.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias.