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Google cria ferramenta para monitorar surtos de dengue.

Oi pessoal!!!! Todo mundo congelando ai??? Pois é…eu estou!!

Bom, como todo mundo sabe o Google ainda vai dominar o mundo ne? entao pq não usar essa poderosa ferramenta para nos ajudar na área da saúde monitorando doenças?! Foi o que esses genios fizeram! Criaram uma ferramenta para monitorar casos de dengue no mundo todo, sabendo assim onde agir mais rapidamente, frequencias, intensidades, tipos de casos , óbitos e etc….

Leiam a reportagem do R7!!!

O Google anunciou nesta terça-feira (31) que pretende desenvolver um sistema de alerta sobre surtos de dengue no mundo com base nos resultados das buscas sobre a doença em seu site.

A empresa criou o Dengue Trends, uma ferramenta experimental que compara buscas relacionadas à dengue na Bolívia, no Brasil, na Índia, na Indonésia e em Cingapura com dados oficiais sobre casos da doença nestes países.

De acordo com o Google, a ferramenta faz uma análise dos padrões de buscas entre os usuários para determinar se os períodos em que as pessoas pesquisam mais sobre a dengue coincidem com um aumento no número de ocorrências da doença.

O engenheiro de softwares Vikram Sahai falou sobre a novidade no blog do Google.

– Usando dados sobre a ocorrência de casos da doença produzidos pela ONU [Organização das Nações Unidas] e pelos ministérios da Saúde dos países, conseguimos construir um modelo que oferece estimativas quase em tempo real da incidência da dengue, com base na popularidade dos termos de busca.

A vantagem, segundo Sahai, é que o modelo pode facilitar uma reação mais rápida do governo para proteger a população, já que os dados oficiais demoram semanas para serem analisados.

O projeto foi desenvolvido em conjunto com o Hospital Infantil de Boston e a Escola de Medicina de Harvard, nos Estados Unidos.

A metodologia utilizada na análise dos dados foi explicada em um artigo escrito para a publicação Doenças Tropicais Negligenciadas, da organização científica americana Public Library of Science.

Padrões de busca

O recurso Dengue Trends faz parte do Google Correlate, um serviço inaugurado na última semana que relaciona análise de buscas no site com dados coletados em pesquisas convencionais por governos e organizações.

O Correlate foi criado após o sucesso da ferramenta Flu Trends, que monitorava as buscas sobre a gripe em todo o mundo em 2009.

Autoridades de saúde utilizaram os dados para distribuir vacinas e tratamentos para a população.

Na época, o Google publicou um relatório da pesquisa na revista científica Nature e foi procurado por pesquisadores que queriam usar o serviço para monitorar outros assuntos.

O Google Correlate também permite que os especialistas coloquem seus próprios dados para serem comparados com as buscas do site.

O programa assinalava quando os dados de pesquisas e as buscas online têm o mesmo padrão, como surtos de gripe acontecendo ao mesmo tempo em que aumenta o número de buscas por termos como “tratamento para gripe”.

O mesmo tipo de análise de padrões será utilizado agora no Google Dengue Trends.

O especialista em prevenção de doenças da Universidade britânica Imperial College London Peter Sever disse que o serviço pode ser útil para os pesquisadores, apesar de seu alcance restrito.

– Ela será, naturalmente, muito seletiva, porque está pesquisando entre as pessoas que usam o Google, mas a cada ano, essas pessoas são uma proporção maior da população.

Um serviço de farmácia que reduz custos e riscos aos pacientes.

Olá pessoal! Como eu sempre digo para as pessoas, o mundo é de quem tem idéias!!! Não adianta fazer sempre a mesma coisa,  do mesmo jeito , se conformar com isso e apenas reclamar e falar mal das coisas que acontecem a sua volta. Temos que abrir a cabeça para o mundo e levantar da cadeira.

Um grupo do Hospital Nossa Senhora de Lourdes criou um serviço simples e eficiente para reduzir custos do hospital, e evitar riscos aos pacientes. Um programa que não exigirá de nenhum funcionário mais do que sua real obrigação.

O lançamento tem objetivo de garantir o uso mais racional dos medicamentos permitindo a redução de tempo de internação dos pacientes. O serviço, por exemplo,  orienta pacientes com informações sobre o que fazer no caso do esquecimento do remédio e os cuidados ao armazenar o medicamento.

Supervisionado pela farmacêutica Cláudia Aparecida Medeiros da Silva, a farmácia coloca à disposição dos pacientes um telefone para sanar dúvidas e dificuldades no uso dos remédios. Em breve, será lançado um manual de orientação pós-alta elaborado pela equipe multidisciplinar para ser distribuído a todos os pacientes que entrarem em algum protocolo gerenciado nos dois hospitais do Grupo Nossa Senhora de Lourdes.

O serviço tem parceria com as equipes multiprofissionais dos hospitais Nossa Senhora de Lourdes e da Criança, que são formadas por médicos, enfermeiras, fisioterapeutas e nutricionistas. Ela é responsável pelos serviços de análise de prescrição dos medicamentos, reconciliação medicamentosa, controle de antimicrobianos, reações adversas, entre outros…

Idéias simples que podem fazer toda a diferença no campo da saúde.

Um produto chamado Saúde

Olá pessoal!!!

Como tenho feito ultimamente aqui no blog, hoje também vou colocar algo interessante que achei pela internet. Gosto de divulgar certas coisas que vejo pois são atualizadas e poucas pessoas procuram por noticias novas devido a avalanche coisas que a internet nos proporciona pra ver.

O post de hoje veio do site Saúde Business, que possui blogs muito interessantes que sempre divulgam novidades da área. vale a pena conferir.

Ainda tem gente que se escandaliza quando tratamos a saúde como um negócio.

É certo que a atenção à saúde é garantia constitucional, que a atenção ao paciente deve estar acima da busca do lucro, que não existe algo mais precioso que a vida …

Mas ninguém pode negligenciar o fato de que é uma atividade econômica, praticada por entidades de personalidade jurídica – portanto: um negócio como outro qualquer.

Para fazer parte deste mundo chamado saúde é necessário pagar as contas, o salário dos funcionários e ainda sobrar ‘troco’ para remunerar o capital investido, ou para reaplicar em inovação para se manter no mercado – como qualquer outra empresa faz, tanto o hospital quanto a operadora devem encarar sua atividade como produto para continuar existindo.

A questão sempre discutida é : o que é o produto saúde ?

Não é só a cura, uma vez que grande parte dos atendimentos não vai curar o paciente: vai tratar o sintoma de uma doença incurável, ou prolongar a vida de uma pessoa, com ou sem qualidade de vida. Mas quando presente, a cura é fundamental.

Não é o procedimento realizado, porque o cliente não quer comprar a cirurgia ou o tratamento, quer ser curado – o procedimento ou o tratamento é a forma de tentar dar ao cliente o que ele procura: a cura. Mas a qualidade do procedimento é fundamental no negócio.

Não é só questão de custo: o preço baixo ou alto praticado pela operadora ou pelo hospital – nas situações extremas o cliente em saúde abre mão de tudo que tem para restituição da sua saúde. Mas como em qualquer segmento de mercado, quanto mais acessível o preço mais público para comprar.

Não é só questão de hotelaria: clientes de alto poder aquisitivo se submetem a tratamento em hospital-escola, onde o tapete não é vermelho, mas as mãos do professor e os equipamentos são os melhores. É claro que um local bonito e confortável é um diferencial competitivo em qualquer ramo de atividade.

Não é só questão de ‘encantamento’ – em saúde o cliente dá mais valor à eficácia do que a eficiência. Evidentemente ser tratado por pessoas agradáveis também é diferencial de competitividade.

Poucos entendem o produto como realmente ele é: um conjunto de fatores que individualmente não são suficientes para definir a opinião do cliente, mas ‘o conjunto da ópera’ define a marca – e marca em saúde ‘geralmente pega’.

Algumas características deste produto fantástico são bem marcantes:

  • Existem mais de 8.500 hospitais no Brasil, e a maioria da população deve ter visto propaganda de uns 10, apenas. É um produto essencial cuja melhor propaganda é o boca a boca. Outros produtos essenciais, como alimentos por exemplo, exigem propagandas constantes e custosas – saúde não;
  • Existem centenas de operadoras de planos de saúde o Brasil. Justamente as maiores são as que menos propagandas fazem. Um fatídico histórico nos faz ficar preocupados quando uma operadora começa a fazer propaganda: ficamos desconfiados da saúde financeira dela, ou da possível fusão com outra !
  • Boa parte dos serviços mais procurados e rentáveis neste negócio são supérfluos. Os que a população realmente deveria procurar, o diagnóstico precoce por exemplo, são negligenciados pela nossa cultura.

Este produto que movimenta bilhões de reais ainda se recente de profissionais capacitados para tratar como negócio uma atividade essencial, sem prejuízo da assistência adequada ao paciente.

Parece brincadeira, mas o mercado está cada vez mais carente de profissionais qualificados para trabalhar em operadoras, em hospitais, ou em empresas que estão no meio destes dois pólos de interesses distintos.

As operadoras, que ganham mais quanto menos seus segurados utilizam os serviços, não administram bem sua carteira de credenciados: perdem parceiros importantes por detalhes comerciais insignificantes para ela, mas exaltados por colaboradores que teimam em tratar a rede credenciada como ‘bandidos’;

Os hospitais, que ganham quanto mais pacientes tratar, não administram bem seus contratos com operadoras, erram sistematicamente na composição das suas contas e não fazem gestão de preços e de mercado.

Com a expansão da virtualização da atividade humana é líquido e certo que diversas atividades econômicas vão retrair, ou até sucumbir – o produto saúde não:

  • Quanto mais a população envelhece, e ela está envelhecendo rapidamente no Brasil, mais produto saúde consome;
  • Quanto mais sedentária a vida vai se tornando, e ela está se tornando cada vez mais sedentária nas grandes metrópoles, mais produto saúde necessita;
  • Quanto mais alimento a população consome, e o número de obesos cresce a cada dia, mais produto saúde necessita !
  • Quanto mais a tecnologia se desenvolve, menor o custo do produto saúde – mais acessível e maior a oferta para a população.

Como ‘expectadores da história atual’ só temos certeza de uma coisa: estamos muito bem servidos de profissionais assistenciais (médicos, enfermagem, fisioterapia, nutrição, etc), mas a relação comercial entre operadoras e hospitais, com raras exceções, está nas mãos de amadores, tanto do lado das operadoras quanto do lado dos hospitais.

Está preparado para vender Saúde ?  ”

 

Um belo e simples resumo da maneira real que tratam a saúde.

Como inutilizar medicamentos vencidos?

Oi Pessoal, como vai??

Hoje vou falar sobre algo que já me perguntaram muitas vezes e também já vi muita gente fazendo errado, como descartar os medicamentos que já venceram. Ainda não está totalmente formalizado o método e inutilização deles, há muito a ser estabelecido ainda, mas algumas atitudes devem ser tomadas.

O grande perigo desses medicamentos vencidos é o perigo de intoxicação que eles possuem. Se forem consumidos após o período indicado podem causar sérios danos a saúde.

É comum a população descartar os remédios de maneira errada, esses produtos não devem ser jogados no lixo doméstico na embalagem original.

Não há nenhuma lei que regulamente o descarte de medicamentos e faltam orientações sobre o assunto. Uma das maneiras seria encaminhar o medicamento a uma farmácia para que o produto fosse descartado junto com o lixo produzido pelo estabelecimento. Porém, a farmácia não é obrigada a realizar o serviço.

É importante inutilizar esses medicamentos, o líquido de frascos deve ser jogado na pia ou no vaso sanitário. O recipiente precisa ser lavado, para evitar que outras pessoas consumam o medicamento vencido. No caso de comprimidos, não é necessário quebrá-lo, jogando o comprimido no vaso sanitário e dando descarga não há problema algum, porque ele se desintegra e não causa problema algum.

O grande problema desta maneira de descarte é acarretar problemas ao meio ambiente, para locais onde a rede de esgodo acaba indo para um rio; Porém quando jogamos os medicamentos em lixo comum, sabemos que muitas pessoas e animais podem revirar esse material achá-lo e consumi-lo, o que é muito prejudicial.

O vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia afirma que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não define normas específicas, mas estuda uma resolução que prevê que as farmácias e drogarias poderiam aceitar os medicamentos vencidos, assim, evitamos contaminaçoes ambientais e populacionais.

Educação farmacêutica em vídeo!

Oi gente!!! Como foram de fim de semana???Aproveitaram o friozão?!

Bom…mais uma vez o CRF-SP teve uma iniciativa incrível, particularmente, eu adoro as ideias deles. Acho todas muito válidas e informativas tanto aos profissionais quanto a população.

A ultima deles é a Educação farmacêutica em vídeo!!! Com o objetivo de preparar o farmacêutico para oferecer à população a prestação de serviços com qualidade. O primeiro DVD será lançado em 19/09 às 18h durante o XVI Congresso Paulista de Farmacêuticos, realizado de 18 a 21 de setembro no Anhembi.

A série inédita chamada “Educação Farmacêutica em vídeo” é composta por 11 DVDs com orientações técnicas sobre a dispensação e o uso racional de medicamentos e, à medida em que os vídeos forem finalizados, serão  enviados gratuitamente aos mais de 40 mil farmacêuticos inscritos no CRF-SP.

Com todo o conteúdo elaborado por farmacêuticos especialistas em questões técnicas, legais e principalmente em consonância com o exercício diário da profissão, o primeiro vídeo “Farmácia é saúde” apresenta as principais ações do CRF-SP em defesa da farmácia estabelecimento de saúde, o pioneirismo ao elaborar um manual de orientação sobre os produtos que não devem ser comercializados em farmácias e drogarias, além de contar um pedaço da história da farmácia e de conter depoimentos de diretores do CRF-SP, da Interfarma, parceira nesta ação e de autoridades como o presidente da Anvisa, dr. Dirceu Raposo de Mello.

A qualificação profissional do farmacêutico sempre esteve na linha de frente da atuação do CRF-SP. Só assim o profissional pode exercer a profissão com excelência, oferecer serviços com qualidade e ainda atuar como agente de saúde capacitado para o correto atendimento da população.

Outros temas que farão parte da série e que já estão sendo produzidos: Atenção farmacêutica, Hipertensão, Diabetes, Medicamentos isentos de prescrição, Interações medicamentosas, Farmacovigilância, Injetáveis, Inaloterapia, Primeiros socorros e Fitoterápicos.

(Matéria retirada do site do CRF-SP)

Legal né gente?? É sempre importante estar cada vez mais informado, principalmente nesta área que mexe com a saúde das pessoas tão diretamente.

É isso ai! Até breve!!!

Abraços…

Thais Nobile