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Conjuntivite

Olá Pessoal!! Mais um final de semana chegou!!!

Neste post vou falar sobre conjuntivite, só essa semana, 2 pessoas da indústria que eu trabalho pegaram, sem contar as outras que ja pegaram antes. Esta época do ano é perfeita para o vírus e sua propagação. Para não pegar é muito simples! Entao acompanhem a reportagem que peguei do site do UOL.

 

 

Até o dia 20 de março, a capital paulista registrou mais de 71 mil casos de conjuntivite viral. Algumas cidades do litoral e do oeste do Estado de São Paulo também enfrentam surto da doença desde o Carnaval, por isso é bom redobrar os cuidados com higiene para evitar acordar de manhã com os olhos grudados.

A conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana que recobre o olho e a superfície interna das pálpebras. Na maioria dos casos, a doença é causada por bactérias ou, como ocorre agora em SP, por vírus. Mas também é comum haver inflamação devido a exposição dos olhos a agentes irritantes ou produtos que causam alergia. Apenas nos casos de vírus e bactérias é que a doença é contagiosa.

“A conjuntivite é transmitida com muita facilidade, por isso é importante lavar bastante as mãos e evitar compartilhar toalhas, fronhas e outros artigos de uso pessoal”, recomenda o oftalmologista Claudio Luiz Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein.

Ele sugere que também é melhor passar por mal-educado e evitar beijar alguém que está com conjuntivite do que se arriscar a contrair a doença.

Outro conselho do oftalmologista é evitar a automedicação. “Os colírios possuem princípios ativos diferentes e alguns deles podem ter efeitos colaterais, por isso só podem ser prescritos por um médico”, alerta.

Sintomas

Os principais sintomas da conjuntivite são sensação de areia nos olhos, vermelhidão, inchaço e secreção. Quando a visão fica embaçada, é sinal de que a inflamação alcançou a córnea, o que não é tão comum, mas pode ser perigoso.

Lavar bem os olhos e aplicar compressas geladas são medidas que ajudam a amenizar os sintomas.

Usar óculos ajuda a esconder o aspecto ruim que a doença provoca, mas não evita a transmissão do vírus.

De acordo com o especialista, a doença na maioria das vezes é autolimitada, ou seja, passa sozinha após uma ou duas semanas, mas os colírios prescritos pelo médico ajudam a lubrificar os olhos e aliviar os sintomas. Nos casos de conjuntivite bacteriana, pode ser necessário o uso de antibiótico.

Um produto chamado Saúde

Olá pessoal!!!

Como tenho feito ultimamente aqui no blog, hoje também vou colocar algo interessante que achei pela internet. Gosto de divulgar certas coisas que vejo pois são atualizadas e poucas pessoas procuram por noticias novas devido a avalanche coisas que a internet nos proporciona pra ver.

O post de hoje veio do site Saúde Business, que possui blogs muito interessantes que sempre divulgam novidades da área. vale a pena conferir.

Ainda tem gente que se escandaliza quando tratamos a saúde como um negócio.

É certo que a atenção à saúde é garantia constitucional, que a atenção ao paciente deve estar acima da busca do lucro, que não existe algo mais precioso que a vida …

Mas ninguém pode negligenciar o fato de que é uma atividade econômica, praticada por entidades de personalidade jurídica – portanto: um negócio como outro qualquer.

Para fazer parte deste mundo chamado saúde é necessário pagar as contas, o salário dos funcionários e ainda sobrar ‘troco’ para remunerar o capital investido, ou para reaplicar em inovação para se manter no mercado – como qualquer outra empresa faz, tanto o hospital quanto a operadora devem encarar sua atividade como produto para continuar existindo.

A questão sempre discutida é : o que é o produto saúde ?

Não é só a cura, uma vez que grande parte dos atendimentos não vai curar o paciente: vai tratar o sintoma de uma doença incurável, ou prolongar a vida de uma pessoa, com ou sem qualidade de vida. Mas quando presente, a cura é fundamental.

Não é o procedimento realizado, porque o cliente não quer comprar a cirurgia ou o tratamento, quer ser curado – o procedimento ou o tratamento é a forma de tentar dar ao cliente o que ele procura: a cura. Mas a qualidade do procedimento é fundamental no negócio.

Não é só questão de custo: o preço baixo ou alto praticado pela operadora ou pelo hospital – nas situações extremas o cliente em saúde abre mão de tudo que tem para restituição da sua saúde. Mas como em qualquer segmento de mercado, quanto mais acessível o preço mais público para comprar.

Não é só questão de hotelaria: clientes de alto poder aquisitivo se submetem a tratamento em hospital-escola, onde o tapete não é vermelho, mas as mãos do professor e os equipamentos são os melhores. É claro que um local bonito e confortável é um diferencial competitivo em qualquer ramo de atividade.

Não é só questão de ‘encantamento’ – em saúde o cliente dá mais valor à eficácia do que a eficiência. Evidentemente ser tratado por pessoas agradáveis também é diferencial de competitividade.

Poucos entendem o produto como realmente ele é: um conjunto de fatores que individualmente não são suficientes para definir a opinião do cliente, mas ‘o conjunto da ópera’ define a marca – e marca em saúde ‘geralmente pega’.

Algumas características deste produto fantástico são bem marcantes:

  • Existem mais de 8.500 hospitais no Brasil, e a maioria da população deve ter visto propaganda de uns 10, apenas. É um produto essencial cuja melhor propaganda é o boca a boca. Outros produtos essenciais, como alimentos por exemplo, exigem propagandas constantes e custosas – saúde não;
  • Existem centenas de operadoras de planos de saúde o Brasil. Justamente as maiores são as que menos propagandas fazem. Um fatídico histórico nos faz ficar preocupados quando uma operadora começa a fazer propaganda: ficamos desconfiados da saúde financeira dela, ou da possível fusão com outra !
  • Boa parte dos serviços mais procurados e rentáveis neste negócio são supérfluos. Os que a população realmente deveria procurar, o diagnóstico precoce por exemplo, são negligenciados pela nossa cultura.

Este produto que movimenta bilhões de reais ainda se recente de profissionais capacitados para tratar como negócio uma atividade essencial, sem prejuízo da assistência adequada ao paciente.

Parece brincadeira, mas o mercado está cada vez mais carente de profissionais qualificados para trabalhar em operadoras, em hospitais, ou em empresas que estão no meio destes dois pólos de interesses distintos.

As operadoras, que ganham mais quanto menos seus segurados utilizam os serviços, não administram bem sua carteira de credenciados: perdem parceiros importantes por detalhes comerciais insignificantes para ela, mas exaltados por colaboradores que teimam em tratar a rede credenciada como ‘bandidos’;

Os hospitais, que ganham quanto mais pacientes tratar, não administram bem seus contratos com operadoras, erram sistematicamente na composição das suas contas e não fazem gestão de preços e de mercado.

Com a expansão da virtualização da atividade humana é líquido e certo que diversas atividades econômicas vão retrair, ou até sucumbir – o produto saúde não:

  • Quanto mais a população envelhece, e ela está envelhecendo rapidamente no Brasil, mais produto saúde consome;
  • Quanto mais sedentária a vida vai se tornando, e ela está se tornando cada vez mais sedentária nas grandes metrópoles, mais produto saúde necessita;
  • Quanto mais alimento a população consome, e o número de obesos cresce a cada dia, mais produto saúde necessita !
  • Quanto mais a tecnologia se desenvolve, menor o custo do produto saúde – mais acessível e maior a oferta para a população.

Como ‘expectadores da história atual’ só temos certeza de uma coisa: estamos muito bem servidos de profissionais assistenciais (médicos, enfermagem, fisioterapia, nutrição, etc), mas a relação comercial entre operadoras e hospitais, com raras exceções, está nas mãos de amadores, tanto do lado das operadoras quanto do lado dos hospitais.

Está preparado para vender Saúde ?  ”

 

Um belo e simples resumo da maneira real que tratam a saúde.

Os índios e os medicamentos.

Olá Pessoal!

Nossa vida moderna já esta acostumada com a quantidade de medicamentos para diversas enfermidades, nem paramos para pensar na comodidade e rapidez que temos para consegui-los não é?

E como fazem os índios para ter um tratamendo médico adequado e informaçoes corretas sobre os medicamentos ??

Leiam o que saiu na internet ontem sobre o assunto, muito interessante pois nos mostra uma realidade bem diferente do que a grande maioria das pessoas tem, porém, com problemas bem semelhantes.Vejam só.

 

“ Em artigo publicado na revista Cadernos de Saúde Publica da Fiocruz, pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina investigaram o consumo de medicamentos entre índios guarani residentes em uma aldeia do litoral de Santa Catarina. O estudo, que avaliou prescrições médicas e principais fármacos encontrados em domicílio, indicou que os guarani procuram postos de saúde principalmente para combater gripe, tosse e diarreia, além de consultar o pajé e praticarem automedicação com remédios e ervas.

Segundo os pesquisadores, durante as consultas médicas os índios apresentaram as mais variadas queixas. “Um dos pontos levantados como mais favorável para os indígenas em relação à presença da equipe e à existência do posto na aldeia era que não precisavam mais enfrentar filas nos postos de saúde dos municípios vizinhos, razão também mencionada para não desejarem a municipalização do atendimento”, afirmam os estudiosos.

Outro ponto que merece destaque na motivação para a busca de medicamentos foi a dificuldade de obter ervas, considerando a degradação ambiental no entorno da aldeia. “O medicamento industrializado também representa uma comodidade, quando comparado com as terapêuticas tradicionais, pois o uso do mesmo possibilita a resolução do problema sem a necessidade de sacrifícios e restrições inerentes às prescrições nativas”, elucidam os pesquisadores.

Além disso, para os índios entrevistados, a eficácia dos medicamentos era reconhecida no que diz respeito aos sintomas físicos, mas a grande maioria apontou para o fato de interromper o tratamento quando há uma melhora no estado de saúde. “Durante as pesquisas domiciliares foi bastante comum ouvir dos índios que não tinham mais ‘remédio’ em casa porque já haviam jogado fora o que sobrou”, explicam os pesquisadores. “Ao sentirem-se melhores, interrompiam o tratamento por conta própria e jogavam fora o que havia restado, corroborando a noção de eficácia avaliada com base na experiência da doença e não de critérios farmacológicos universais”.

Os estudiosos ainda chamam atenção para o fato de que o maior obstáculo para o uso de medicamentos não foi seu acesso e sim complicações na forma de comunicar como é feito o processo. “A maneira como foram oferecidas as informações sobre os medicamentos (segundo a enfermeira, muitas vezes ficava a dúvida se tinham compreendido como deveriam ser tomados), a percepção dos efeitos adversos e a melhora sintomática foram as principais razões para os usuários não iniciarem ou pararem o tratamento”, apontam os pesquisadores no artigo.

Fonte: Agência Fiocruz de Notícias.

Cosmecêuticos!

Olá pessoal! Como vão??

Hoje vou falar sobre mais um tema que já vieram me perguntar e achei interessante colocar aqui, pois está cada vez mais em evidência no mercado dermatológico e as pessoas não estão sendo corretamente orientadas: os cosmecêuticos. Já ouviu falar?!

Para começar a explicar é melhor falarmos a diferença dos cosmecêuticos, cosméticos e medicamentos para a pele. Os cosméticos são produtos que não modificam as condições fisiológicas da pele, agem na epiderme(camada superficial da pele), não precisam de estudos cientificos para sua comprovação e eficácia e logo são comercializados, exemplo os hidratantes.

Os cosmecêuticos são definidos pelos produtores de cosméticos como produtos que agem na derme (camada profunda da pele), esse termo cosmecêutico é muito útil no sentido de alterar funções da pele, causando benefícios, sem as desvantagens que as drogas carregam, exemplo os acidos alfa-hidroxiácidos , vitamina A ( retinol), vitamina E, vitamina C,etc.

Medicamentos são substâncias que modificam a fisiologia da pele, devem ter estudos que comprovem seu efeito terapêutico, sua segurança e eficácia ao serem submetidas à aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( ANVISA) no Brasil e nos Estados Unidos pela Food and Drugs Administration (FDA) como exemplo o ácido retinoico e devem ser receitados pelos médicos.

Lembrando que: entre os países,  eles podem ser considerados diferentes , como exemplo, o filtro solar na Europa e no Brasil é tido como cosmético , já nos Estados Unidos  como medicamento.

No mercado farmacêutico de produtos para cuidados pessoais, a palavra cosmecêutico pode significar dermocosmético, cosmético funcional, cosmético de desempenho ou, ainda, neurocosmético. Esses termos causam controvérsia e confundem os consumidores. Então, em linhas gerais, cosmecêutico pode ser definido como um produto que combina os benefícios de um cosmético com um produto farmacêutico.

A introdução dos cosmecêuticos na produção de cosméticos apressou as pesquisas, contribuindo para melhorar o conhecimento sobre cosmetologia. Porém, esse nome já caiu no mundo encantado dos marqueteiros. Muitas empresas de cosméticos, especialmente as que vendem produtos endossados por dermatologistas, escrevem o termo cosmecêutico no rótulo. O testemunho de um médico cria nas pessoas a sensação de que o cosmecêutico é um produto mais eficaz que os cosméticos comuns.

Órgãos fiscalizadores de saúde exercem pouco controle sobre os cosmecêuticos. Qualquer fabricante pode colar uma etiqueta com esse dizer e promover seus produtos como sendo medicinais. Então, não se engane com qualquer coisa que lê por aí nos produtos, pesquise sobre eles!

Resumindo, os cosmecêuticos não são inofensivos como um cosmético, mas também não são medicamentos.

Por hoje é só gente!! Uma ótima semana para todos!

Comentem!!!

Abraços

Thais Nobile